
Perco-me em pensamentos e sub-pensamentos, sobre mim, sobre nós, sobre como me desiludes a cada passo que dás. És cada vez mais, um ser estranho que age em conformidade consigo próprio sem sequer se importar com as consequências dos seus actos.
Eu sinto-me tonto, se calhar não deveria ter tomado aquilo que tomei... Mas é bom, sinto-me leve. É como se eu saísse do meu próprio corpo e pudesse julgar as situações em que estou envolvido, como sendo uma terceira pessoa, sem influências, nem sentimentos a atrapalhar.
4 comentários:
Há muito que descartaste a palavra "nós" não sei porque a usaste agora, do mesmo jeito que me usaste apenas para quando calhava, para preencher um lugar vazio do teu lado no qual não depositavas qualquer tipo de sentimentos quando volta e meia eu passava por lá.
Acho que quem deixou de se preocupar primeiro com o outro não fui eu, muito honestamente. Não usei e abusei e ao final encostava-te na prateleira para de admirar até ter vontade de te pegar novamente. E não preciso de me por numa terceira pessoa para ter noção disso.
Quanto ao resto, vê se atinas e não estragas a tua vida.
Não sei onde viste a tua palavra mencionada nem nos últimos posts, muito menos neste texto.
Deixei de escrever para ti à muito tempo, e tenho realmente pena que tu ainda não tenhas entendido isso.
E se queres falar do 'lugar vazio do meu lado', ficas também sabendo que nunca esteve tão vazio quanto pensas, e esta é a prova que dou a mim mesmo (Sim, porque a ti nem provas nem justificações), de que era só para quando calhava.
Quanto ao resto, atino quando eu quiser, com quem eu quiser, porque tu não tens nada, nada a ver com o assunto.
E já agora, vê se te metes na tua vida de uma vez por todas e me deixas em paz porque começas a irritar-me profundamente.
Enviar um comentário