(...) E esta gargalhada que vem do fundo do peito e é solta para o mundo com a maior das genuinidades, com a maior das forcas, que me faz sorrir, rir e querer ter mais do mesmo com mais ou ainda mais forca. E este constante sentimento que faz tremer pernas, que faz sentir o coração bater forte, tão forte que se sente a vibração do meu peito. O brilho dos olhos que estão mais do que fascinados com toda a paisagem à sua frente apresentada, já para não falar do tremer miudinho que me percorre o corpo juntamente com aquele arrepio de miúdo quando está no auge da sua emoção, que me faz parecer um toto sem saber o que fazer ou dizer.
Adoro sentir, faz-me sentir vivo, como que se ainda houvesse luz ao fundo do túnel, esperança para além do que aquilo que se vê, ouve, ou cheira. (...)

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