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infinidade

Há coisas que nunca mudam. Outras que mudam temporariamente. Tenho falado muito sobre felicidade natural, tenho-me expressado sobre a maneira tão boa como me dou contigo. Falo de ti a toda a hora e não há uma conversa do meu dia onde o teu nome não seja proferido, nem que seja apenas para interromper o assunto de que estou a falar para dizer que tenho saudades tuas, que te amo, ou que estou ansioso para estar contigo de novo. Entraste de repente no meu coração que te acolheu e te apertou de uma forma tão intensa quanto a forca do mar que tanto falas. Talvez não exista esta felicidade natural, talvez tenha mesmo que haver sempre adaptações, e por miragens que me foram impostas, pela tal felicidade sem condicionais, eu não vi isso. Sabes, o segredo passa por não chocar contigo, porque quando isso acontece, talvez ai não haja mundo que aguente a forca de uma montanha com forcas criticas opostas.
Odeio deixar coisas a meio, odeio desistir do que me faz bem por orgulho ( e que orgulho que já deu tanto que falar ). Odeio não ter o meu nome cravado algures na felicidade plena.
Hoje o orgulho partiu, e eu vou dizer-te que não sei mais viver sem ti. Hoje preciso que saibas que já és bem mais de metade de mim, e que sem ti, as coisas não fazem mais sentido. O ar deixa de ser respirável, a relva acabada de cortar deixou de ter um cheiro agradável, e mesmo um gole num copo de agua fresca deixou de me dar uma sensação de bem estar .

Hoje, deixei tudo de lado. Vou correr atrás de ti e dizer-te o quanto te amo, e o quanto te quero em mim, de hoje em diante, mais que para sempre, para todo o sempre.

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